É impressionante como o tempo passa nos arrastando para o futuro.
Nós nascemos, todos com uma missão, não sabemos de cara qual, mas no decorrer da vida começamos a perceber que a nossa missão é, única e exclusivamente, viver em prol do bem.
Quando somos aquele feto, não sabemos a imensidão que nos espera. Apenas sabemos que respiramos e sentimos vida em tudo o que se passa.
Quando vamos iniciando a fase do primeiro ano de vida até os 15, percebemos que fomos crianças de verdade. Que brincamos quando deveríamos brincar, que fizemos pirraça. Bom, está ai, uma boa característica da infância, a pirraça.
Ao chegarmos nos 15 anos de vida, imaginamos o que queremos ser com mais certeza, com mais vontade, na verdade dando mais importância ao que queremos. Uma característica importante nessa fase é a tal moral que vem acompanhada da ética. Particularmente, não dou muita trela pra essas duas características, pois o que faz minha moral é o que sinto e o que faz minha ética é quando, de verdade, exponho o que sinto.
Depois dessa fase de decisão, vem a parte em que queremos saber mais de nós, da nossa intimidade. Eu amo minha intimidade, sou fã da minha sensualidade, sou parceiro do meu corpo, sou amante de mim mesmo. Porém para descobrir coisas sobre nós, precisamos fazer escolhas, e escolhas são sempre difíceis, pois você nunca sabe porque a indecisão e insegurança sempre tomam conta. Mas cedo ou mais tarde a descoberta é fato e mais uma fase se completa.
Quando adulto ou quase isso, a pessoa quer viver, viver mesmo intensamente tudo, tudo se torna intenso demais. O amor é intenso, a tristeza é intensa, a morte é intensa, os momentos em geral são intensos.
Idosos são sábios, por isso, sei que um dia serei sábio. Quando chegar nessa fase tenho certeza que direi, não vivi tudo o que tinha para viver, pois viverei mais na eternidade.
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