Busco sempre respostas para a vida
Rastejo-me no tempo ao vulto da minha sombra
Unindo fé e razão
Nascendo a cada passo que deixo no chão
Orgulhoso dos meus atos pecaminosos.
Tenho fonte inesgotável de perguntas
Amanheço a cada resposta
Vistoriando meu passado
Anoiteço de saudade
Rasgando os pulsos do tempo
Estilhaçando meu coração ao vento
Simplesmente vou vivendo.
Da minha alma que pouco vi e pouco sei
Original fonte de luz
Nu, ela irradia paz
Acariciando meu peito
Saudoso de um futuro imprevisível
Corajoso e aventureiro eu vou
Inundando-me de descobertas, pois sou um
Menino voraz
Esquivando-me do medo
Nitidamente vou os flechando
Tormento de furacão dentro de mim
Onde só eu sei fazê-lo dormir.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
CIDADE DOS ANJOS.
O céu é a cidade dos anjos.
Um anjo mau, rastejante, com coração de pedra, com cérebro de borracha e com força incrível.
Um anjo bom, voador, com coração vidro, com cérebro de fruta e com força incrível.
Características diferentes, porém, com força igual.
O anjo mau serpenteia para dar o bote.
O anjo bom voa para se esquivar dos botes.
O anjo mau atira pedras de seu coração.
O anjo bom estilhaça o coração de vidro.
O anjo mau usa seu cérebro de borracha para apagar e recomeçar o erro.
O anjo bom, morde a fruta para pecar e aprender.
Os anjos já não me visitam mais, e o tempo não tem mais a mesma magia.
Sejam eles bons ou ruins, EU ACREDITO SOMENTE EM MIM !
Um anjo mau, rastejante, com coração de pedra, com cérebro de borracha e com força incrível.
Um anjo bom, voador, com coração vidro, com cérebro de fruta e com força incrível.
Características diferentes, porém, com força igual.
O anjo mau serpenteia para dar o bote.
O anjo bom voa para se esquivar dos botes.
O anjo mau atira pedras de seu coração.
O anjo bom estilhaça o coração de vidro.
O anjo mau usa seu cérebro de borracha para apagar e recomeçar o erro.
O anjo bom, morde a fruta para pecar e aprender.
Os anjos já não me visitam mais, e o tempo não tem mais a mesma magia.
Sejam eles bons ou ruins, EU ACREDITO SOMENTE EM MIM !
MAR DA ILUSÃO.
Estou me sentindo só,
mau e sem luz. Minha alma rasteja, meu coração bate lentamente no frio e meu
corpo está sereno e sem vida.
Os anjos já não me
visitam mais, e o tempo não tem mais a mesma magia. Todos os meus sonhos
viraram pó, e o meu medo, já não existe mais. Sufocados pelo obscuro, os meus
segredos disseram adeus ao baú que os guardava. Afogado no mar da ilusão, vou
tentando refletir nas águas que, fatalmente, escorrem dos meus olhos. De mim,
que fui algum dia, só restou a saudade!
(Bruno Tavares)
mau e sem luz. Minha alma rasteja, meu coração bate lentamente no frio e meu
corpo está sereno e sem vida.
Os anjos já não me
visitam mais, e o tempo não tem mais a mesma magia. Todos os meus sonhos
viraram pó, e o meu medo, já não existe mais. Sufocados pelo obscuro, os meus
segredos disseram adeus ao baú que os guardava. Afogado no mar da ilusão, vou
tentando refletir nas águas que, fatalmente, escorrem dos meus olhos. De mim,
que fui algum dia, só restou a saudade!
(Bruno Tavares)
SEM TÍTULO !
Vou deixando os meus passos na calçada da vida, como rastros carentes.
Vou fechando os meus olhos e não vejo mais estrelas a brilhar.
Vou perdendo minha alma do meu corpo, tão frio e tão sereno.
Vou cortando as nuvens em direção ao céu, buscando o sol.
Vou pegar o sol, vou pegar o sol.
Vou ter o poder em minhas mãos e vou voltar a viver.
Vou ter a luz que me faltava quando a noite me rasgava sem pudor.
Vou ser mais intenso, curar as feridas que o tempo deixou.
Agora que peguei o sol, flechei a lua em um eclipse.
Lunar, solar agora é o tempo que se arrasta aos meus pés ..
Deixei de ser escravo do meu medo, deixei de ser escravo do amor,
Deixei de ser escravo do pudor, deixei de ser escravo da minha dor.
Eu fui. Coragem não me faltou!
Vou fechando os meus olhos e não vejo mais estrelas a brilhar.
Vou perdendo minha alma do meu corpo, tão frio e tão sereno.
Vou cortando as nuvens em direção ao céu, buscando o sol.
Vou pegar o sol, vou pegar o sol.
Vou ter o poder em minhas mãos e vou voltar a viver.
Vou ter a luz que me faltava quando a noite me rasgava sem pudor.
Vou ser mais intenso, curar as feridas que o tempo deixou.
Agora que peguei o sol, flechei a lua em um eclipse.
Lunar, solar agora é o tempo que se arrasta aos meus pés ..
Deixei de ser escravo do meu medo, deixei de ser escravo do amor,
Deixei de ser escravo do pudor, deixei de ser escravo da minha dor.
Eu fui. Coragem não me faltou!
sábado, 24 de julho de 2010
Despedaçado.
Vou cortando o meu destino, rastejando-me sem ar.
A minha dor é uma rosa despetalada, o meu amor é uma mentira bem contada.
As cicatrizes invisíveis vão pausando as batidas do meu coração, delicado e misterioso.
O passado ecoa levemente, o presente ládra como um cão monstruoso e, o futuro, é assassino da minha loucura.
O sol não arde mais na pele e, a lua, não me banha mais com seu brilho.
Com meu olhar perigoso e sem primavera, vou jurando meus passos, no dia, sem sombra e sem radar.
Despedaçado, termino na noite má.
A minha dor é uma rosa despetalada, o meu amor é uma mentira bem contada.
As cicatrizes invisíveis vão pausando as batidas do meu coração, delicado e misterioso.
O passado ecoa levemente, o presente ládra como um cão monstruoso e, o futuro, é assassino da minha loucura.
O sol não arde mais na pele e, a lua, não me banha mais com seu brilho.
Com meu olhar perigoso e sem primavera, vou jurando meus passos, no dia, sem sombra e sem radar.
Despedaçado, termino na noite má.
Dorme longe o amor.
Dorme longe o amor, junto à flecha, junto à lua.
Dorme longe o amor, junto à pele, junto ao sol.
Dorme longe o amor, junto ao tempo, junto ao vento.
Dorme longe o amor, junto à emoção, junto à sorte.
Dorme longe o amor, junto à vida, junto à morte.
Dorme longe o amor, nas batidas do meu coração.
Dorme longe o amor, junto à pele, junto ao sol.
Dorme longe o amor, junto ao tempo, junto ao vento.
Dorme longe o amor, junto à emoção, junto à sorte.
Dorme longe o amor, junto à vida, junto à morte.
Dorme longe o amor, nas batidas do meu coração.
O sequestro da sombra.
O vento traiçoeiro do passado sequestrou a minha sombra.
As estrelas viram, mas não quiseram me contar, pois o mesmo vento roubou o brilho intenso que elas possuíam.
As árvores também viram, mas não quiseram me contar, pois o mesmo vendo, também lhes tinha roubado a raiz.
O sol, nem sequer apareceu, pois o vendo deixou o céu nublado, cegando-lhe.
Perguntei às ondas do mar e elas me disseram: Foi o vento que levou sua sombra, simplesmente para formar laços invisíveis com o passado. E disse mais, que você só conseguirá sua sombra de volta se conseguir flechá-lo.
Logo pensei: Como o vento não é coração para ser flechado, vou respirá-lo, pois assim sentirei minha sombra por perto.
As estrelas viram, mas não quiseram me contar, pois o mesmo vento roubou o brilho intenso que elas possuíam.
As árvores também viram, mas não quiseram me contar, pois o mesmo vendo, também lhes tinha roubado a raiz.
O sol, nem sequer apareceu, pois o vendo deixou o céu nublado, cegando-lhe.
Perguntei às ondas do mar e elas me disseram: Foi o vento que levou sua sombra, simplesmente para formar laços invisíveis com o passado. E disse mais, que você só conseguirá sua sombra de volta se conseguir flechá-lo.
Logo pensei: Como o vento não é coração para ser flechado, vou respirá-lo, pois assim sentirei minha sombra por perto.
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